"Há aqui uma coisa muito importante, mesmo numa questão processual a justiça supõe a fundamentação clara das suas decisões e no meu espírito não é claro que haja perigo de fuga como aparentemente não era claro quando o Ministério Público entendeu que ele podia ir para casa. E o perigo de perturbação do processo tem de ser fundamentado nestes termos [isto é], explicar que não era possível uma terceira hipótese que a lei permite: ficar em casa com vigilância policial. O que é que com vigilância policial José Sócrates poderia fazer que não podia fazer com pulseira eletrónica? Poderia fugir? Poderia perturbar o processo que não poderia com a pulseira eletrónica?" 






gravação do último interrogatório

"Lendo o que foi publicado fica-se com os cabelos em pé por um lado pela forma desabrida, para não dizer desrespeitosa como José Sócrates trata o juiz e o procurador (...) mas também pelo carácter vago das perguntas que são formuladas. Dá a sensação que um e outro já imaginavam que iria ser gravado e iria ser reproduzido. quem perguntou não perguntou nada de substância. Quem respondeu, aproveitou para fazer ataque ao comportamento dos magistrados"






"praticamente dada"


10 de Junho

gesto que descola da imagem




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Redação / VC