“É verdadeiramente inesperado que a balburdia no Governo tenha começado pela Educação. (…) É inesperado porque achava que havia um mínimo de cuidado quando se mexesse na Educação. (…) Não há ministro que entre e que não introduza alterações: é nos programas, é nos horários, é nos exames. Todos os ministros têm feito, mas todos estão de acordo em que é necessário uma estabilidade mínima no sistema educativo (…)”, afirmou.


“Eu acho que o ministro interrompeu a meio do ano um processo que estava montado com outro objetivo. Portanto estragou tudo: estragou o anterior e estragou o futuro. E não se pode fazer assim de repente, sem falar com as pessoas, sem ponderar, sem analisar”, defendeu.










"A realidade agora é outra, estava preparada para as 40 horas (...). A passagem (para as 35 horas) tem um ónus orçamental", explicou a comentadora.