“Estamos a falar de um grupo de pessoas que tem uma determinada idade, que não têm possibilidade de refazer a sua vida e que necessitam de um mínimo de previsibilidade em relação aos seus últimos anos de vida. Isto é um ato terrorista deste Governo: às segundas, diz que é preciso cortar 600 milhões mas não diz em quê, ao sábado, a ministra vem dizer que é possível cortar nas pensões em pagamento… Isto faz com que haja uma insegurança enorme numa faixa etária com enormes dificuldades, com menor capacidade de resposta, com menores oportunidades. Isto é quase um ato terrorista em relação aos reformados.”



“Eles querem cortar 600 milhões, mas não têm solução nenhuma em cima da mesa. Isto é uma irresponsabilidade. Se o Governo quer cortar 600 milhões, devia ter uma solução que justificasse esse corte”, sublinha a comentadora.

“A ministra das Finanças já veio dizer que falou daquilo como podia ter falado de flores, sem perceber que é a segurança, a previsibilidade de milhares de pessoas que está em causa”, acrescentou.



“Dá ideia que anda tudo a fazer experiências e a brincar com a Segurança Social, o que me parece gravíssimo”, resumiu.