Com efeito, o semanário Expresso apurou junto da Comissão Europeia que os casos em que os Fundos de Pensões sejam financiados pelos trabalhadores e pela empresa, dependendo as suas reformas desse fundo e não do Estado, não podem ser abatidos em operações de redução do défice.

Quanto aos outros fundos a que o ministro tencionava recorrer, o da ANA - Aeroportos de Portugal e o da NAV - Navegação Aérea, tudo depende do regime de contribuições.

Ao contrário, em 2001 Manuela Ferreira Leite pode integrar o fundo de pensões dos CTT na Caixa Geral de Aposentações e reduzir assim o défice porque o fundo funcionava como uma reserva (para pagar um dívida antiga à CGA) para a qual apenas a empresa contribuía - e, além isso, apresentava uma situação líquida negativa.