"Houve uma análise de um grupo de trabalho que foi criado para precisamente vermos como poderia haver uma melhor articulação relativamente aos subsistemas da área da saúde", disse Paulo Macedo, acrescentando que essa proposta será “brevemente analisada e discutida em Conselho de Ministros”.

“Em linhas gerais, o que resultou do consenso dos diversos subsistemas intervenientes, e também já com a participação das chefias militares, foi no sentido de, primeiro, manter autónomos todos os subsistemas, e, segundo, manter as especificidades dos orçamentos”, acrescentou.








“O facto de termos colocado, na capacidade efetiva, meios complementares de diagnóstico que estavam na Marinha, que estavam na Força Aérea dispersos e que agora são utilizados por todos os militares de uma só vez, de uma forma agregada e integrada, parece-me que não é pouco”, frisou.






“No início houve, como é habitual, sempre, alguma perturbação, mas hoje demonstra-se, um ano volvido, que é um projeto que vai ter o seu sucesso assegurado, melhores condições, mais racionalização dos meios, mais cirurgias comuns e uma qualidade da prestação de serviço que também fica acrescida em benefício da família militar”, referiu.