"O parlamento já disse que não. Estamos perante um novo género de associativismo entre jovens portugueses e é um estímulo claro ao consumo desta substância, que dá um sinal errado à sociedade portuguesa", afirmou o social-democrata, acusando o BE de "cavalgar uma agenda clara de irresponsabilidade".








"A própria ministra da Justiça (Paula Teixeira da Cruz) disse, em visita a uma prisão, que o proibicionismo torna o tráfico um negócio profundamente rentável."


"Esse avanço deixou um paradoxo: não é crime consumir, mas é crime ter uma planta em casa ou adquirir canábis."


Redação / SS