"Por escrito e nesta reunião é pouco mais que uma mão cheia de nada. E já não estou em idade de acreditar no Pai Natal, no legítimo ou no das esquerdas à nossa esquerda", refere o dirigente socialista.


"Não o fazer é assumir uma PPP com a esquerda à nossa esquerda cuja fatura será apresentada em futuras eleições legislativas, nas regionais dos Açores em 2016 e nas autárquicas em 2017. É que, estando o PCP e o Bloco de Esquerda para deixar de lado as questões da União Europeia, da zona euro ou da NATO, é legítimo perguntar com quem será feita a maioria para sustentar as medidas concretas para cumprir as obrigações nesse âmbito", aponta António Galamba.


"Não o fazer, sem ponderar os riscos futuros e sem a participação dos militantes, é hipotecar muito mais do que o resultante da subscrição do memorando com a ‘troika' (Banco Central Europeu, Comissão Europeia e Fundo Monetário). Não contam com o meu acordo. Há sempre alguém que diz não", acrescentou.

Redação