Na última edição do Governo Sombra, João Miguel Tavares, Ricardo Araújo Pereira e Pedro Mexia começaram por analisar as publicações no Twitter de Joacine Katar Moreira. A deputada eleita pelo Livre publicou sobre os discursos de ódio, que Ricardo Araújo Pereira considerou que seriam melhor definidos como "discurso parvo". Ainda dentro do mesmo tema, Pedro Mexia considerou que há uma "guerra aberta" inesperada dentro da esquerda e João Miguel Tavares admite que ainda não percebeu quem é e o que defende Joacine Katar Moreira. 

Sobre o interrogatório a José Sócrates durante a Operação Marquês, João Miguel Tavares e Ricardo Araújo Pereira debateram o tamanho do cofre da mãe de Sócrates que guardava os cinco milhões e Ricardo Araújo Pereira comentou a relação da família do ex-primeiro-ministro com o dinheiro, os "papéis mágicos". Já sobre a possibilidade lançada por Marques Mendes de Fernando Medina, presidente da Câmara de Lisboa, substituir Mário Centeno no Ministério das Finanças, João Miguel Tavares diz que Medina tem "o glamour de um abacaxi". Já Ricardo Araújo Pereira diz que Costa toma decisões "para lixar o Marques Mendes" e Pedro Mexia diz que falta a Medina o "killer instinct" de António Costa, que "despachou" António José Seguro da liderança do PS de uma forma "que devia ser ensinada nas escolas de combate".

Ricardo Araújo Pereira declarou-se o ministro do ódio, João Miguel Tavares o ministro do cofre e Pedro Mexia o ministro do veto de gaveta.