"O programa deste Governo é privatizar a Saúde a Escola e a Segurança Social. Empenharam-se em privatizar tudo o que era público e agora pretendem atacar os serviços sociais", acusou o líder socialista.


"A Segurança Social vai perder 17% das suas receitas. Não é uma medida de estímulo à economia, mas sim uma capitalização do setor privado e uma descapitalização do setor público. Será um prejuízo que irá perdurar durante duas gerações", alertou.


"Não podemos permitir que esta campanha se faça sem que haja um esclarecimento cabal do que se pretende fazer, uma vez que o programa eleitoral apresentado omite esse facto", argumentou.


"O que tem afetado a sustentabilidade da Segurança Social é o desemprego e a emigração. O que vai garantir a sua sustentabilidade é a confiança na corrente intergeracional", apontou.


"Temos de dar luta. Eles [coligação] bem podem martelar ou espremer a realidade e fantasiar com país que não existe", concluiu.