«[Sobre ser deputado] Ainda não sei. Tenho que fazer contas à vida, porque na política não se enriquece ou pelo menos não se devia enriquecer, e ter duas casas não é fácil. Tenho que ver quais são as condições, embora o dever de Estado não deve olhar a meios, mas também não devemos entrar em situações que não conhecemos». 




«Não tendo apoio de um partido, uma pessoa que reúna as 7500 assinaturas pode candidatar-se a Belém. Só que é preciso que se tenha as mesmas oportunidades, e não têm sido dadas, apesar das recomendações da Comissão Nacional de Eleições», argumentou, defendendo a necessidade de «igual tratamento pela comunicação social dos candidatos que são apoiados pelos partidos do regime».


«Eu julgo que a campanha para a Presidência da República pode ser para um debate interessante. Mas se pegam nos candidatos que não são candidatos dos partidos e os põem à margem sem poder dizer o que pensam aos portugueses, aí não vale a pena. Só em certas condições é que vale a pena ser candidato à Presidência da República sem o apoio dos partidos».






«Eu penso que em Portugal seria necessário, na zona do centro-direita ou do centro-esquerda, aparecer um Syriza, mas um Syriza não radical».


«Para quem discorda como eu das políticas de austeridade, mas não é radical, nem de esquerda nem de direita, no sistema partidocrático, que está carunchoso, seria interessante aparecer, ao centro, uma coisa credível».


«Penso que em Portugal não acontece, porque o homólogo do Syriza é o Bloco de Esquerda. Eu não vejo os portugueses a votar no BE, pode ser que eu esteja enganado, que eu não gosto de fazer futurismo».








Parlamento madeirense a meio gás