O PCP assumiu que não concorda com a contagem a dobrar do tempo no exercício de funções políticas, para efeitos de reforma, face à decisão da presidente da Câmara de Palmela, Ana Teresa Vicente, de se reformar com 48 anos.

«O PCP afirma a sua oposição a regimes legais como aquele que facultou a contagem a dobrar de tempo para efeitos de reforma no exercício de funções políticas, expressa na votação em 2005 no sentido da sua eliminação«, refere uma nota de imprensa do PCP citada pela agência Lusa, que remete eventuais explicações para a autarca comunista de Palmela.

O gabinete de imprensa do PCP diz tratar-se de «uma decisão pessoal, com as responsabilidades individuais daí decorrentes quanto ao seu esclarecimento, independentemente das prerrogativas que resultem da aplicação de critérios legais em vigor».
Redação