elegeu um deputado

TVI24André Silva160 pontos do programa eleitoral

 - Repensar o conceito de "pessoa"




“Esse é um dos motivos pelo qual o PAN pretende fazer uma proposta de alteração do estatuto jurídico do animal para que este deixe de ser visto como uma ‘coisa’, à semelhança do que já acontece em França ou na Alemanha”, afirma André Silva.

- Regulamentar o controlo de pombos citadinos, através dos pombais contracetivos


“A grande questão em torno dos pombais contracetivos é o controlo populacional, como tal a gestão dos ovos (não fecundados) torna-se uma questão residual, sendo que os mesmos terão que ser incorporados na gestão de resíduos sólidos urbanos. Estando a população de pombos controlada, serão também menos os resíduos deixados por estes”, esclarece André Silva.





- Proibir a produção e o comércio de foie gras


“A técnica usada, denominada de ‘gavage’, implica que os animais sejam alimentados por um tubo introduzido diretamente no esófago, tudo com o objetivo de os engordar rapidamente para que o seu fígado inche e acabe por ficar cerca de 10 vezes maior do que o normal. Todo o processo é extremamente doloroso para os animais, culminando com a sua morte.“







- Distribuir gratuitamente copos menstruais em consultas de planeamento familiar nos centros de saúde








“Atualmente, em Portugal, o copo menstrual é equiparado a um produto cosmético, pelo que tem uma taxa de IVA de 23%, por oposição aos pensos higiénicos e tampões cuja taxa de IVA aplicada é de 6%, por ser considerado um produto de higiene”, faz notar o líder do PAN.

 - Desenvolver uma Roda dos Alimentos sem produtos de origem animal






“Em Portugal estima-se que haja um milhão de diabéticos e dois milhões de pré-diabéticos, por tal, isto reflete-se também no peso do Serviço Nacional de Saúde no Orçamento do Estado. Devemos por tal ir à base do problema e reduzir o número de doentes”, defende André Silva.





- Incluir os animais no agregado familiar 








“A verdade é que emocionalmente os animais já fazem parte do nosso agregado familiar pelo que perante a lei também o devem ser. Não se trata de uma questão económica mas sim ética”, remata.