primeira vez desde 2011

“muito barulhentos” acrescentou

expressão da vontade dos portuguesesnão há necessidade de moções de confiança

Pedro Passos Coelho e Luís Montenegro (Foto: Mário Cruz/Lusa) 


cá estaremos para a chumbar

Se dúvidas houvesse quanto ao apoio da esquerda ao Governo, Catarina Martins tinha-as desfeito naquele momento. Não tão convincente, mas sem dúvida do lado do apoio a António Costa, esteve também o PCP. Ainda que Jerónimo de Sousa tenha dito que este não é um programa do Governo do PCP, mas sim do PS, necessário para romper com as políticas “erradas” do passado.

A segunda razão da moção seria explicada por Nuno Magalhães do CDS, que salientou que, mais do que expressar a ilegitimidade do Governo, o chumbo da moção de rejeição vai servir de “carimbo” definitivo do apoio dos partidos mais à esquerda ao PS, o que lhes vai incutir responsabilidades, caso este Governo traga consequências negativas para o país.

“Quem se levantar amanhã contra a rejeição ficará definitivamente comprometido e corresponsável com o que este Governo fizer, ou deixar de fazer. Não fogem à foto de família”, disse Nuno Magalhães.

Líder parlamentar do CDS-PP, Nuno Magalhães (Foto:Mário Cruz/Lusa)






já na próxima semanaprioridades do Governopor défice excessivo, ficar abaixo dos 3% “para eliminar”100 milhões de euros

António Costa e Augusto Santos Silva (Miguel A. Lopes/Lusa)

“Este Governo nos próximos 29 dias tudo fará para nem diminuir receita nem aumentar despesa relativamente ao ponto em que estávamos no dia em que tomámos posse."


Portugal "não tem margem para falhar"