“Precisamos de investimento externo e exportações, esse foi um dos segredos da forte recuperação da Irlanda. Mas sr. primeiro-ministro é muito difícil incutir confiança aos agentes económicos quando os verbos que a maioria que apoia agora o governo mais gosta de conjugar são: repor, reverter, revogar e eliminar. Ainda não ouvimos outras medidas positivas."


acrescentou.

“A recuperação dos rendimentos já está em curso e já está pelo menos desde 2015, alguns casos desde 2014. A economia já tem vindo a crescer, pelo menos em terreno positivo desde 2014, embora em 2013, nos dois últimos dois trimestres tenha já atingido algum terreno positivo."


"Eu ouvi um excesso de vezes as bancadas do PSD e do CDS que o Governo tudo faria para que o défice não fosse alcançado. O esforço que o Governo fará para cumprir demonstra que apesar do Governo anterior ter falhado a meta orçamental que se tinha proposto, nós tudo faremos para cumprir a meta orçamental que nos propusemos. (...) Pode estar tranquilo, o que nos separa não é o objetivo de ter finanças públicas sérias. (...) Não há ninguém nesta Câmara que defenda que Portugal não deva cumprir esse objetivo. (…) É um objetivo de interesse nacional. A última vez [que aconteceu] foi em 2007, e recordo-me bem por ter sido o último ano que estive no Governo”, disse António Costa.






“A competitividade da nossa economia não se construirá com base nos baixos salários, construir-se-á no investimento e inovação, no combate à burocracia e na criação de um contexto favorável à modernização do nosso sistema empresarial. Será assim que seremos mais competitivos. (...) O objetivo de mais crescimento e maior igualdade não são objetivos contraditórios entre si, são objetivos que se complementam e que se apoiam reciprocamente. Não haverá melhor emprego e maior igualdade sem maior crescimento, mas garanto-lhe uma coisa, e a sua governação foi a melhor prova: não há crescimento sem melhor emprego e sem maior igualdade."