as declarações socialistas



o PSD justificou



 


«Da esquerda radical quase tudo se espera. Mas de um partido com ambições governativas aguarda-se uma postura menos inflamada. Não foi o que aconteceu com "este PS" e com sua a porta-voz destacada para a intendência, que pretendeu cavalgar uma falha - assumida e explicada - de uma obrigação que, apesar de prescrita, foi voluntariamente regularizada. Um PS cheio de telhados de vidro que desata a atirar pedras mal espreita uma pequena oportunidade».


«não tinha consciência de que essa obrigação era devida».

«Eu não tinha consciência que essa obrigação era devida durante esse período, evidentemente que poderia ter tido conhecimento disso por outra via e poderia até ter sido notificado pela Segurança Social na altura dessa situação, mas não fui. Não existe, portanto, da minha parte nenhuma intenção de não cumprir com essas obrigações, estava convencido que elas eram, nessa época, de opção e que, portanto, eu não tinha esses anos de carreira contributiva», afirmou o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho.