O primeiro-ministro, António Costa, recebeu esta sexta-feira, em Lisboa, uma delegação da Comissão Europeia, encabeçada pela presidente Ursula von der Leyen, num “dia muito importante” para a presidência portuguesa do Conselho da União Europeia (UE).

Hoje é um dia muito importante que marca o início da nossa presidência. Damos as boas-vindas ao colégio de comissários para que trabalhemos em conjunto nas prioridades do programa do ‘semestre português’”, escreveu António Costa na sua conta oficial da rede social Twitter.

Para o primeiro-ministro, “este é realmente o tempo de agir: por uma recuperação justa, verde e digital”, lê-se na mesma publicação.

O colégio da Comissão Europeia chegou ao Centro Cultural de Belém, em Lisboa, pelas 10:15, para a tradicional visita ao país que assume a presidência semestral rotativa do Conselho da UE, e que está sob a tutela de Portugal desde o passado dia 1 de janeiro.

Do programa da visita consta uma sessão de trabalho com o Governo português, que inclui um encontro bilateral entre Ursula von der Leyen e o primeiro-ministro António Costa, reuniões bilaterais e por grupos temáticos entre os demais comissários e membros do Governo português e uma reunião plenária.

As sessões de trabalho incidirão sobre as diferentes prioridades do programa do ‘semestre português’, nomeadamente sobre os cinco temas principais da quarta presidência portuguesa – Europa Resiliente, Europa Social, Europa Verde, Europa Digital, e Europa Global -, mas também, mais especificamente, sobre questões fulcrais no momento atual da UE, como as migrações e a saúde.

O comissário Margaritis Schinas, responsável pela pasta da Promoção de um Modo de Vida Europeu, recorreu à mesma rede social para dar conta da sua chegada à “bonita Lisboa”.

Estou ansioso por discutir com o ministro Eduardo Cabrita sobre a migração e segurança e com Marta Temido sobre a União Europeia da Saúde e a estratégia de vacinação na UE”, escreveu Schinas, referindo-se aos ministros da Administração Interna e da Saúde, respetivamente.

Dada a pandemia de covid-19, a visita do colégio da Comissão Europeia decorre em formato reduzido, com a presidente Von der Leyen a liderar uma delegação que inclui oito comissários, e não a totalidade do executivo comunitário, e com o programa reduzido a um dia, em vez dos habituais dois.

Ursula Von der Leyen chegou ao Centro Cultural de Belém, em Lisboa, acompanhada pelos três vice-presidentes executivos, Frans Timmersmans (responsável pela pasta do Pacto Ecológico Europeu), Valdis Dombrovskis (Uma Economia ao Serviço das Pessoas) e Margrethe Vestager (Digital), e pelo vice-presidente e Alto Representante da UE para a Política Externa, Josep Borrell.

A delegação integra ainda a comissária portuguesa Elisa Ferreira (Coesão e Reformas), e os comissários Nicolas Schmit, que tem a tutela dos Assuntos Sociais, uma das grandes prioridades da presidência portuguesa, Margaritis Schinas (Promoção de um Modo de Vida Europeu) e Maros Sefcovic (Relações Interinstitucionais e Prospetiva).

Ursula von der Leyen conta com "experiência e dedicação"

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse hoje estar “muito feliz” por se encontrar com o primeiro-ministro, António Costa, contando com a sua “experiência e dedicação” durante a presidência portuguesa do Conselho da UE.

Estou muito feliz por me encontrar com António Costa. Sei que posso contar com a sua experiência e dedicação”, escreveu Ursula von der Leyen, pouco depois da sua chegada ao Centro Cultural de Belém, em Lisboa, para uma visita no âmbito da presidência portuguesa do Conselho da União Europeia (UE).

A presidente da Comissão Europeia desejou “muito sucesso” à presidência portuguesa do Conselho da UE, e admitiu estar “ansiosa” por trabalhar com o Governo português nos próximos seis meses.

A Comissão Europeia visita hoje Portugal para a tradicional visita ao país que assume a presidência do Conselho da UE, que, dada a pandemia de covid-19, se realiza em formato reduzido, com a presidente Ursula von der Leyen a liderar uma delegação que inclui oito comissários, e não a totalidade do executivo comunitário, e com o programa reduzido a um dia, em vez dos habituais dois.

/ AG