"Há dinheiro que veio no âmbito da assistência financeira para o Banif com aval do Estado, que inevitavelmente vai ser perdido e, portanto, vai ser pago com impostos dos cidadãos", disse o professor universitário em Coimbra, à margem de uma reunião com apoiantes, que foi precedida por uma visita ao túmulo do rei D. Afonso Henriques, na igreja de Santa Cruz.


"Ou seja, uma hipotética entrada de capital da Guiné-Equatorial no Banif foi a jóia de entrada na CPLP, jóia que nem sequer pagaram. Pior do que isto é impossível", sublinhou.








"Na era Sócrates, seleciono as Parcerias Público-Privadas rodoviárias, muitas das quais ilegais, que garantem aos concessionários dessas autoestradas rentabilidades anuais superiores a 20% ao ano, num negócio que não tem qualquer capital de risco", frisou.