"Cortar cortar cortar, não importa em quê nem em quem, nem com que razões. Não se vê que o empresariado tenha saído fortalecido, não se vê que a dívida pública ou privada  tenha diminuído. O país da propaganda eleitoral do verão nunca existiu. Resta-nos o inverno, mas vamos de certeza ultrapassá-lo reparando os prejuízos. A situação em que nos encontramos é clara: não se cumpriram as metas estabelecidas e estamos em dificuldades para conseguir os almejados 3% do défice."