"As palavras de Pedro Passos Coelho não são um fator de grande segurança, porque, como se sabe, o ex-primeiro-ministro prometeu e comprometeu-se com inúmeras metas e raramente as cumpriu. O que agora releva é que o Governo que entrou em funções fará tudo o que for possível para que nos vinte e poucos dias que restam [até ao fim do ano] não sejam comprometidos os objetivos de saída de Portugal do procedimento por défice excessivo [instaurado pela União Europeia]", reagiu o presidente do PS.







"As contas que existem são as que permitem que o ministro das Finanças [Mário Centeno] tenha já afirmado que esse objetivo pode ser alcançado e fará tudo para que seja alcançado".




Mário Centeno