«A posição que o CDS aprovou no Conselho Nacional de Elvas foi no sentido de que o gabinete de estudos pudesse introduzir no programa eleitoral para a próxima legislatura o regresso do feriado de 1 de Dezembro, apenas e só do 1 de Dezembro, em 2016», declarou Nuno Magalhães.




«A partir do momento em que Portugal assina um tratado internacional fica vinculado a fazer essa reavaliação, portanto não faz sentido estarmos a sublinhar aquilo que já decorre de um instrumento internacional a que Portugal está vinculado», acrescentou.








«O CDS sempre centrou esta discussão, como o Governo, numa lógica de paridade entre feriados religiosos e feriados civis, e no projeto do PS apenas e só se fala dos feriados civis. Admitindo que é um efeito não querido, até se trata de uma falta de respeito para com um tratado internacional com um estado amigo de Portugal há 800 anos, que é a Santa Sé, que faz depender de uma reavaliação que consta desse acordo terá de ser feita até 2017 desses mesmos feriados», argumentou.