O primeiro-ministro disse esta quinta-feira - sobre a questão do envio dos diplomas dos apoios sociais para o Tribunal Constitucional - que o país vive uma situação "de absoluta normalidade" institucional.

Estamos a viver uma situação de absoluta normalidade. É a democracia e o Estado de Direito a funcionarem. Tudo deve decorrer como antes decorria sem qualquer dramaticidade. O Tribunal Constitucional irá julgar aquilo que tiver a julgar nos termos do direito", sustentou o primeiro-ministro.

Rejeitando qualquer "drama" à volta do tema, António Costa afirmou: "houve o tempo do Presidente da República decidir, depois houve o tempo do Governo decidir e agora é o tempo de o Tribunal Constitucional decidir".

"Respeitemos esse tempo", afirmou.

António Costa, porém, considerou não estar perante mais um caso de coligações de todas as forças políticas à esquerda e direita contra o PS e o Governo.

O Governo só terá problemas de governação no dia em que a Assembleia da República aprovar uma moção de censura", reagiu o líder do executivo.

"Agora, haverá um trabalho de especialidade. Portanto, a Assembleia da República ainda não aprovou nada sobre moratórias. Há um trabalho em curso e veremos no final o resultado", acrescentou.

Lara Ferin