Covid-19: CDS-PP diz que é tempo de “devolver a liberdade” a pessoas e empresas - TVI

Covid-19: CDS-PP diz que é tempo de “devolver a liberdade” a pessoas e empresas

  • Agência Lusa
  • MJC
  • 27 jul 2021, 16:15
Cereais

Cecília Anacoreta Correia, defende a diminuição das restrições de acesso à hotelaria, restauração e supermercados

A porta-voz do CDS-PP, Cecília Anacoreta Correia, defendeu esta terça-feira que, face aos dados divulgados pelos especialistas, “é tempo de devolver a liberdade às empresas e às pessoas”, diminuindo as restrições de acesso a hotelaria, restauração e supermercados.

Face aos dados hoje divulgados na reunião do Infarmed, o CDS entende que não é possível responder ao país com mais medidas restritivas. Mais um verão sem verão significa o fecho de muitos negócios, significa perspetivar o futuro com dívidas e desemprego para muitas famílias. Ora, isto também mata e também destrói a saúde de muitos de nós”, defendeu Cecília Anacoreta Correia num vídeo enviado aos jornalistas.

A dirigente centrista, que assistiu por videoconferência à reunião no Infarmed que voltou a juntar hoje especialistas e políticos para avaliar a situação epidemiológica da covid-19 e o eventual levantamento de algumas medidas de restrição, sublinhou que, “o CDS entende que é tempo devolver a liberdade às empresas e às pessoas”.

Ao nível da economia é fundamental diminuir as restrições que existem, nomeadamente dos horários da hotelaria, dos restaurantes, dos supermercados. É fundamental deixar exigir testes Covid para se aceder a estes serviços, porque é desproporcionada esta exigência”, argumentou.

Para os centristas, é também fundamental que “o desconfinamento atinja os serviços públicos”, apontando que “os cidadãos estão meses à espera por uma certidão, por um passaporte, por uma licença” e que isso “é incompatível com o funcionamento normal de uma economia”.

Cecília Anacoreta Correia reiterou ainda a proposta do partido para criação de uma “via verde saúde”, para que quem não tenha acesso a cuidados de saúde no Serviço Nacional de Saúde o possa fazer no privado.

A porta-voz centrista sublinhou ainda a insuficiência de respostas ao nível da saúde mental nos centros de saúde.

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