A máscara vai manter-se obrigatória apenas em algumas situações a partir do dia 1 de outubro, na última fase de desconfinamento do país:

  • Transportes públicos
  • Lares
  • Hospitais
  • Salas de espetáculos e eventos
  • Grandes superfícies

António Costa esclareceu que a máscara não vai ser obrigatória nos recreios das escolas, deixando subentendido que continuaria a ser obrigatória nas salas de aula. Contactada pela TVI, a DGS não esclareceu esta distinção.

O primeiro-ministro referiu ainda que a DGS vai atualizar entretanto as normas de isolamento, que vão permitir “responder a problemas que ainda têm subsistido” em relação “ao isolamento de pessoas que estão vacinadas e tendo em conta o risco efetivo da transmissão da doença entre população escolar”.

Sobre o uso de máscara em espetáculos, o primeiro-ministro explicou que será obrigatório "sempre que não haja distância de dois metros entre pessoas", sendo que acabou o limite de lotação.

O primeiro-ministro referiu que os critérios na base desta decisão foram critérios de locais de grande frequência, como os transportes públicos, locais de risco, como os lares e hospitais, e locais com grandes aglomerações de pessoas durante períodos mais longos, como as salas de espetáculos.

“Passamos a uma fase onde vai desaparecendo a generalidade das restrições impostas pela lei, entramos numa fase que assenta essencialmente na responsabilidade de cada um de nós”, precisou o primeiro-ministro, alertando que não se pode esquecer “que a pandemia não acabou e, podendo considerá-la controlada a partir do momento em que temos 85% da população vacinada, o risco permanece”.

Catarina Pereira