«Causa-me um profundo espanto que o PS dê lições do que dignifica ou não dignifica os agentes políticos, quando o PS nunca se dignou, quando programou os anteriores quadros, em inscrever medidas de apoio ao regresso dos emigrantes nos fundos europeus», disse em declarações à Lusa.








«Gostava de prometer 150.000 regressos como o PS prometeu uma vez 150.000 empregos, mas esse mundo de ilusões não é seguramente o nosso, porque sabemos onde esse mundo nos levou. Levou-nos ao aumento da emigração a partir de 2010, 2011, quando os governos do PS colocaram o país em estagnação económica e rutura financeira, deixando cada um à sua sorte», argumentou.






«Não só conheço medidas nenhumas do PS a este respeito para incentivar o retorno, nunca as vi», sustentou ainda.




Redação