O CDS-PP inaugurou esta sexta-feira uma plataforma digital “aberta a todos os portugueses” com o propósito de ser “mais uma ponte” entre o partido e o “Portugal real”, e “atualizar os valores”, explicitou o presidente, Francisco Rodrigues dos Santos.

A plataforma “Ligar o CDS – Partido Popular às Pessoas” vai ser, “a partir de hoje, mais uma ponte que nos liga a todos os portugueses, porque é com eles que vamos atualizar os valores do nosso partido no sentido de responder ao que esperam de nós”, disse o presidente dos democratas-cristãos, em conferência de imprensa na sede do partido, em Lisboa.

Através do endereço https://www.ligarocdsaspessoas.pt/ o partido espera contactar com o “Portugal real e não aquele que o Governo” pretende “fazer acreditar que existe e que não tem representação política à altura”, explicitou Francisco Rodrigues dos Santos, considerando que é o momento de “finalmente fazer das ruas de Portugal a sede do Partido Popular”.

Neste novo ciclo, vamos ligar o CDS-PP às pessoas através de uma plataforma digital aberta a todos os portugueses e onde pedimos que cada português partilhe aquilo que espera deste novo Partido Popular”, sustentou.

Recuperar a “relevância” e a “utilidade na sociedade”, na opinião do dirigente do partido, começa por “perguntar aos portugueses” o que esperam do CDS, completando que “este é o primeiro passo para” ser um “espelho que reflita a imagem dos portugueses que acreditam no Partido Popular”.

Vamos ligar o CDS-PP às pessoas, a todas as pessoas que querem um CDS forte, capaz de formar maiorias alternativas ao socialismo”, vincou.

Na plataforma, os cidadãos têm a possibilidade de responder à questão “O que espera de nós?”, preenchendo esta secção e as restantes com o nome, idade, endereço de correio eletrónico, telefone e concelho.

Questionado à margem desta apresentação sobre críticas feitas por elementos do partido em órgãos de comunicação social, na sequência da última reunião do Conselho Nacional, na madrugada de quarta-feira, Francisco Rodrigues dos Santos considerou que há “um eco desproporcional dos críticos que não corresponde à relevância e ao peso interno que têm nos órgãos” do CDS.

. / JGR