O Presidente da República revelou no site da Presidência que aceitou "as propostas do Primeiro-Ministro de exoneração dos atuais Ministros da Cultura, da Saúde e da Economia, a seu pedido".

Para a pasta da Economia, onde estava Caldeira Cabral, entra Pedro Siza Vieira que se mantém como Ministro Adjunto e da Economia.

João Gomes Cravinho vai ser o novo ministro da Defesa, enquanto da Cultura sai Castro Mendes e entra Graça Gonçalves.

Para a pasta da Saúde, sai Adalberto Campos Fernandes, de há tempos a esta parate muito contestado por médicos e enfermeiros e entra Marta Temido de Almeida Simões.

Por fim, Matos Fernandes assume a pasta do Ambiente e da Transição Energética.

Com as mudanças agora operadas, o número de ministros desce de 17 para 16, já que Pedro Siza Vieira passa a ser ministro Adjunto e da Economia.

De referir, ainda, que no XXI Governo Constitucional aumenta o número de ministras de três para cinco.

Graça Fonseca na Cultura e Marta Temido na Saúde juntam-se no executivo liderado por António Costa às ministras da Presidência, Maria Manuel Leitão Amaro, da Justiça, Francisca Van Dunem, e do Mar, Ana Paula Vitorino.

Sem contar com o primeiro-ministro, o Governo passa a ter um elenco de 16 ministros, dos quais cinco são mulheres (cuja percentagem aumenta de 18% para 31%).

Em termos de orgânica, o ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, passa a ser ministro do Ambiente e da Transição Energética, com a inclusão da Secretaria de Estado da Energia na sua esfera de competências.

A Secretaria de Estado da Energia, desde a formação do atual Governo, esteve na área da Economia.

Segundo o site da Presidência da República, "as posses terão lugar amanhã, segunda-feira, 15 de outubro, pelas 12h00, no Palácio de Belém".

Os novos secretários de Estado, que serão entretanto nomeados, serão empossados na "quarta-feira, 17 de outubro, pelas 11h00, no Palácio de Belém".