32 figuras portuguesas que subscreveram uma carta-apelo ao primeiro-ministro

«A questão essencial é que nos parece ser do interesse de Portugal contribuir para que haja uma saída para a negociação entre a Grécia e a União Europeia. É fundamental que haja uma saída, que as duas partes possam aceitar, e que seja boa para os dois, acabando por ser boa também para Portugal», explicou a ex-dirigente socialista em declarações à agência Lusa.


«Ontem [quarta-feira] caiu-me a alma aos pés quando ouvi o presidente da Republica dizer que os dirigentes gregos já aprenderam muito. É uma falta de respeito, uma pesporrência perante uma atitude de um governo soberano de outro país e obriga-nos a dizer uma coisa óbvia: defendam os interesses de Portugal», enfatizou.


«A grande questão que a Grécia pôs em cima da mesa foi a de que ‘a história de que não há alternativa’ [às medidas de austeridade] acabou. Tem de haver e, se há alternativas, é do interesse de Portugal contribuir para elas», acentuou.