Para o secretário-geral do PCP, “o povo português não precisa de atos de inteligência do PS, o que o povo português exigiria era que o PS fizesse uma rutura com esta política de direita e fosse, de facto, uma alternativa e não mera alternância como pretende ser nestas eleições”.




“Não basta ser sério, é preciso, de facto, uma política alternativa. E nós queremos dizer àqueles que dizem que nós somos apenas um partido de oposição, de protesto, que quando o povo português entender e quiser, este partido assumirá todas as responsabilidades, incluindo no plano do governo, porque temos condições e propostas”, afirmou à Lusa.