“Foi suscitar a discussão, aberta e alargada, na sociedade portuguesa sobre as propostas a apresentar às próximas eleições. Só gostávamos que a maioria detalhasse as suas propostas, calculasse os seus impactos, coisa que até agora ainda não fez”, recordou o deputado socialista.










“Quanto ao Conselho de Finanças Publicas, temos toda a disponibilidade em discutir o nosso cenário, as nossas medidas e o nosso documento”, frisou o deputado.








PS vai responder a todas as perguntas

PS afirmou hoje que responderá a todas as questões formuladas sobre o seu cenário macroeconómico, incluindo as do PSD

"A sugestão do vice-presidente do PSD de submeter este documento à UTAO e Conselho de Finanças Públicas tem um problema, que é a lei", disse o dirigente socialista, alegando que a UTAO "é uma instituição técnica da Assembleia da República" e que o Conselho de Finanças Públicas "é um órgão do Estado que não tem como objetivo avaliar propostas partidárias apresentadas pelos partidos às eleições".


"Mas este documento é apenas um contributo para o programa eleitoral do PS, está a ser discutido pela sociedade portuguesa e, obviamente, todas as dúvidas e todas as questões levantadas terão resposta. No entanto, é preciso perceber que a UTAO e o Conselho de Finanças Públicas têm por lei um quadro de atuação que não se coaduna com a proposta de Marco António Costa", vincou João Galamba.


"O PS não deixará nenhuma dúvida ou pergunta por responder, do PSD ou de qualquer outra entidade que tenha questões. Este documento é uma base de trabalho e o programa eleitoral do PS será apresentado a 06 de junho", salientou o dirigente socialista.


"No entanto, dentro da lei que rege a atuação do Conselho de Finanças Públicas, não está prevista qualquer tipo de avaliação ou parecer sobre documentos que não os do Governo. A lei é bem clara, mas parece que o PSD está a confundir o PS com o Governo. Infelizmente para os portugueses, o Governo é ainda é o PSD e o CDS", acrescentou.