as propostas apresentadas esta terça-feira por um grupo de trabalho socialista

«Vale a pena recordar que, pouco antes das eleições de 2009, o PS prometeu mundos e fundos, prometeu aumentar salários e pensões sociais e, com isso, gerar crescimento. Todos sabemos o que sucedeu a seguir».

«Em 2009 a desculpa foi que era preciso gastar mais para que o país pudesse combater a crise. Agora a desculpa é que pretende acabar com a austeridade. A desculpa é, portanto, a mesma e a atitude é idêntica».


«Gastar o que não temos e no futuro os portugueses pagarão a conta. Troca o certo pelo incerto. Corta na receita e aumenta a despesa e tem o palpite que as coisas se resolverão por si só. É caso para dizer que se trata do programa do “logo se vê”».



«Se acreditássemos que o caminho alternativo ou pseudoalternativo que o PS agora propõe fosse fazível, tê-lo-íamos proposto. O caminho do PS não é credível, não é alternativa real. E não é por acaso que vai ao arrepio de tudo aquilo que tem sido sugerido por todas as instituições internacionais».





«No que diz respeito ao detalhe das medidas, é óbvio que eu não vou aqui antecipar o que é o programa do PSD que está a ser preparado».




Redação / CP