«Suponho que sim»




«Afonso Camões solicitou a audiência a 8 de Janeiro e fundamentou o pedido no conhecimento de determinados factos relativos à denominada Operação Marquês, os quais gostaria que a procuradora-geral avaliasse», confirmou a PGR, em comunicado.







«É verdade: disse-me um jornalista do grupo empresarial da Coisa [referência à Cofina] que a prisão de Sócrates estava iminente. Esse mensageiro cometeu um erro: quando se tem uma informação relevante, o primeiro dever de cidadão de um jornalista livre, pesados os seus direitos e responsabilidades, é para com os seus leitores. Ele deveria ter publicado a informação, que lhe veio, disse-me depois, por um seu camarada, diretamente da investigação, liderada pelo juiz Carlos Alexandre e pelo procurador Rosário Teixeira. Erro maior, criminoso, é ser verdade essa possibilidade: que a fuga de informação veio dos agentes da justiça, ou seja, de onde menos podemos admitir que se cometam crimes de violação do segredo de justiça.»