«A convenção do LIVRE, a 31 de janeiro, será uma plataforma aberta de discussão e já temos conversado com pessoas do LIVRE e contamos que algumas venham também participar este fim de semana. Todas as formas de articulação estão em aberto, mas não estamos nada preocupados com políticas de alianças. A prioridade é responder a questões fundamentais e arranjar instrumentos políticos as concretizar», disse à Lusa a psicóloga Joana Amaral Dias.






«A ideia é poder discutir três eixos principais - o problema da corrupção, a soberania e a democracia. Subjacente a tudo isto está qual o modelo económico que melhor responda aos anseios das pessoas e que propostas concretas há a apresentar», resumiu Joana Amaral Dias.