contra o programa do Governo

“O tempo passou e muito poucas pessoas gostam de ouvir o mesmo mote. Aquilo que neste momento se espera da oposição é que identifique aquilo que pensa que é contrário aos interesses do país, e que explicite bem quais são os seus pontos de vista relativamente aos apresentados. Fez-se a discussão do programa do Governo, há uma moção de rejeição, há votações, e ninguém percebeu por que é que não houve um consenso entre a Coligação PSD/CDS e o PS. [Devia ter-se percebido] onde é que estão contra, o que é que foi inultrapassável."


“Compreendo que tenham apresentado uma moção de rejeição, mas (…) [queria] que não tivesse como fundamento a ilegitimidade do Governo. A despeito do que já foi dito em termos partidários sobre a ilegitimidade da situação, sobre o desagrado que causou, a despeito disso, agora estamos numa fase diferente. É um Governo que é legítimo do ponto de vista da Assembleia e do ponto de vista institucional a todos os títulos. Foi-lhe dada posse pelo Presidente da República (…), a partir daí o Governo é legítimo."