sessão de apresentação da sua candidatura presidencial

"Não há dissoluções do Parlamento anunciadas - isto é, a apreciação a ser feita deve ter lugar no momento em que se coloque a necessidade ou não desse exercício e não meses ou anos antes. No que depender de mim, tudo farei para tentar não onerar o meu sucessor com problemas evitáveis relativamente ao exercício dos poderes do Estado", afirmou o professor catedrático da Faculdade de Direito de Lisboa e antigo presidente do PSD, numa referência indireta ao atual chefe de Estado, Cavaco Silva.






"O Presidente da República deve fazer tudo o que está ao seu alcance para obter governos viáveis e duradouros, envolvendo orçamentos de Estado", já que, "o Orçamento do Estado é vizinho da constituição do Governo", referiu Marcelo Rebelo de Sousa.








"Essa é uma responsabilidade que assumo: Trabalhar desde o primeiro dia no sentido de aplanar os caminhos, de fazer como Jorge Sampaio de criar pontes e empatias a partir da Presidência da República - isso é um longo processo, mas é essencial", vincou, colocando de novo como quadro de referência da sua atuação o antigo líder socialista e presidente da Câmara de Lisboa.