António Costa lançou logo foguetes, quem o ouviu parecia que o PS era igual ao Syriza (...) e, depois, que não era o PASOK. [Durante a semana], a esquerda moderada começou a ver que há medidas que concordavam ou não. António Costa quis usar como campanha eleitoral e não se saiu bem»
 
« Paulo Portas usou a teoria da vacina dita suavemente, dizendo que somos diferentes dos gregos, na economia e na política. Passos Coelho foi a chamada teoria da vacina dura. Entrou em campanha eleitoral e começou a dizer que [o programa do Syriza] era um «conto de crianças».

«Acho que António Costa disparatou, Passos Coelho também, quanfo começou a comentar o que se passa na vida política desse país, nesses termos»






«Eu continuo na minha: bom senso da parte da europa, espaço negocial (…) e realismo da parte dos gregos
Não é um governo aventureiro. Fez promessas e quer cumprir, mas tem pouca experiência. Tsipras já recuou varias vezes. Está a apalpar terreno. Defendo um diálogo realista, possível para a Europa em geral e para a Grécia»




Presidente da República «não esteve bem» quando disse que «nunca» falou

«Não há paciência»

confronto mais político do que jurídico

o ministro da Educação «quase gozou» com os erros

 «em parte tem alguma razão»