O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, destacou, esta sexta-feira, as “excecionais qualidades de caráter, personalidade, devoção à causa coletiva e competência humana” do assessor do PSD, Zeca Mendonça, que morreu na quinta-feira aos 70 anos.

Numa nota publicada no site da Presidência, Marcelo Rebelo de Sousa agradeceu o “exemplo” de Zeca Mendonça, “um companheiro de meio século de percurso comum”.

No infelizmente curtíssimo espaço de um ano e três meses, José Mendonça confirmou, nas funções que exerceu na Casa Civil da Presidência da República, as excecionais qualidades de caráter, personalidade, devoção à causa coletiva, competência e humanidade, que havia já revelado durante um período de quatro décadas na vida partidária e política nacional”, sublinhou o Presidente.

Marcelo Rebelo de Sousa lembrou que Zeca Mendonça demonstrou “sempre, que as virtudes pessoais valem mais do que os cargos e as funções, e que a força da Democracia nasce da humildade e contributo de todos os dias ao serviço dos outros”.

Na mensagem, o Presidente da República recordou ainda “com infinita saudade a sua inexcedível amizade”.

O assessor da Presidência da República José Luís Mendonça Nunes, conhecido por Zeca Mendonça, morreu na quinta-feira aos 70 anos.

Zeca Mendonça nasceu em Lisboa, na freguesia de Santos-o-Velho, em 23 de março de 1949.

Torna-se funcionário do PSD (então PPD) em 1974, tendo começado como segurança, e em 1977 passou para o gabinete de imprensa do partido, no qual trabalhou durante 40 anos.

Como assessor de imprensa, Zeca Mendonça trabalhou com 16 presidentes do PSD - ou 17, caso se conte com Leonardo Ribeiro de Almeida, que presidiu à Comissão Política quando Francisco Sá Carneiro liderava o partido e era primeiro-ministro – terminando funções no mandato de Pedro Passos Coelho.

Em dezembro de 2017, põe fim a 43 anos de ligação profissional ao PSD para ir reforçar a equipa de assessoria do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.