"Ele está sempre na cama. Não se segura de pé nem para comer. Esse ladrão do Passos Coelho cortou-lhe a reforma com 80% de incapacidade. Esse ladrão, tirava-lhe as orelhas se o visse."








"Esta situação de dificultar as pensões só porque existiam abusos tem de ser controlada. Exagerou-se. [...] É tão importante controlar os abusos como ser sensível e dar às pessoas aquilo a que elas têm direito."


"É preciso educação cívica. As pessoas têm de perceber que aos seus direitos também correspondem deveres." 




"O norte e Lisboa têm das mais altas taxas da Europa. Num país pobre."



"O Presidente da República é importante porque é ele que põe a chancela em tudo o que é aprovado no parlamento."

 "Oxalá ganhe, as mulheres também tem de ir para o poder."


"As pessoas estão sob grande tensão e precisam de expor as coisas que as amarguram. Muitas vezes escutar é importante."


e atacou Sampaio da Nóvoa.





flash
 

O dia terminou numa cidade que lhe traz muitas memórias: Coimbra, onde estudou Direito. Com o deputado socialista Alberto Martins, também ele um antigo estudante nesta cidade, a candidata esteve reunida com universitários da mítica República da Praça para uma conversa sobre o ensino, os jovens e os efeitos da crise neste domínio.

Aqui, perguntaram à candidata se esta achava que o ensino superior público deveria ser gratuito. Maria de Belém entende que o país "não tem tido recursos para garantir a gratuitidade do ensino superior público", mas que há outros países europeus onde isso acontece e que esta é uma questão que poderia ser levada à mesa das negociações europeias, no âmbito do programa 2020.

Maria de Belém afirmou que, uma vez que Portugal se comprometeu a aumentar os recursos humanos qualificados ao abrigo desse programa, a realidade de crise económica deveria ser espelhada nestas negociações. 

"Não vale a pena discutirem as desigualdades entre os países, quando as políticas concretas não levam ao combate dessas mesmas desigualdades. [...] Acho que devemos fazer uma insistência cada vez maior para mostrar essa realidade [de crise]. Honramos os nossos compromissos, mas não podemos ser boicotados para atingir esses objetivos."


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Sofia Santana