«A comissão dinamizadora, na sua última reunião, considerou que havia uma tentativa de tomada de poder por parte de um partido organizado e não conseguia ter condições, do ponto de vista formal, para impedir essa tomada», disse à agência Lusa Nuno Ramos de Almeida, que integra o grupo dos 14 membros que decidiram dissolver a comissão.




«Não é possível trabalhar com quem não se tem confiança política e pretende apropriar-se de um trabalho coletivo para fins partidários estranhos ao Juntos Podemos», lê-se no comunicado subscrito pelos 14 elementos, entre os quais a ex-deputada do Bloco de Esquerda Joana Amaral Dias e o sindicalista António Mariano.