“Um concurso público é necessário até para um bar de praia. O Governo quer, sem concurso público, por ajuste direto, entregar uma empresa que garante os transportes coletivos em toda a área do grande Porto e, para além de ser opaco, é um verdadeiro assalto ao país e tem que ser travado”, disse.






“frontalmente contra”



“Aqui está um exemplo que deve ser condenado e que não deixará também, por parte da CGTP, no momento adequado, de anunciarmos aquilo que vamos fazer para procurar entravar este processo que é contra os trabalhadores, mas acima de tudo, é contra a população do Porto e também contra os interesses do país”, afirmou à Lusa o secretário-geral da CGTP Arménio Carlos.








Redação