"Depois do que se passou com o BPN, depois do que se passou com o BES, o pior que podia acontecer era esses depósitos e as poupanças das pessoas que trabalham e que confiam nestas instituições não estarem salvaguardados", afirmou Miguel Albuquerque.


"A nossa própria diáspora tem no Banif, como [se] sabe, uma instituição relevante e importante, e é preciso também lembrar, o número de trabalhadores [do banco] nas duas regiões autónomas - na Madeira são cerca de 200 e nos Açores 200 trabalhadores também - e as próprias agências", frisou.


"Acho que há aqui um problema de fiscalização do sistema financeiro, porque eu penso que, como aliás o primeiro-ministro também já o disse, no futuro tem que haver uma supervisão mais efetiva do modo de funcionamento e do ‘modus operandi' das instituições financeiras", defendeu o governante madeirense.


"Se as normas são suficientes, então houve insuficiência na fiscalização", acrescentou Albuquerque, apesar de não querer "inventar bodes expiatórios".