O Parlamento discute esta segunda-feira uma moção de censura apresentada pelo PCP ao Governo, a primeira a um executivo liderado por Passos Coelho e a 21ª da democracia, tendo apenas numa ocasião levado à queda do Governo.

Com um «chumbo» garantido e a abstenção anunciada do PS, a moção do PCP foi justificada pelo secretário-geral comunista, Jerónimo de Sousa, com o «pacto de agressão», o «aumento da exploração» e o «empobrecimento» que «afundam o país» e o conduzem «ao desastre».

A «primeira ideia muito forte» que fundamenta a moção é a de que «um ano depois da aplicação do pacto de agressão, o país está pior, mais pobre, com uma recessão económica forte, com mais desemprego, com mais pobreza e mais desigualdade», afirmou aos jornalistas o líder parlamentar comunista, Bernardino Soares, depo
Redação / CLC