a inconstitucionalidade


Nuno Crato considera que "é essencial que a prova seja realizada", uma vez que o exame se insere num conjunto de medidas lançado pela sua equipa, para melhorar a qualidade e formação dos professores que permita oferecer aos alunos “a melhor educação possível”.






sem base competencial para tanto


Para Nuno Crato, o que está em causa são questões processuais decididas durante o governo de José Sócrates: “Refere-se a factos [ocorridos] há mais de oito anos, a que somos completamente alheios”, sublinhou.









Queda de prova de avaliação e de ministro tem simbolismo muito forte





A PACC e Nuno Crato “caem juntos e isso talvez seja emblemático”, porque esta prova foi “um dos emblemas” que o ministro quis “usar até ao fim”, de tal modo que, “apesar de estar de saída, queria deixar como herança para o futuro e para a equipa ministerial seguinte, condicionando-a já, com a [marcação da] data da prova deste ano [18 de dezembro]”, sustentou Mário Nogueira.