«Como diz o povo há vários caminhos para chegar a Roma e é natural que as diferentes forças políticas proponham diferentes caminhos para alcançar cada um dos objetivos, mas era desejável que o país pudesse ter objetivos comuns - e essa é uma diferença que neste momento existe e que é um fosso entre a alternativa proposta pelo PS e aquilo que tem sido a política deste Governo», declarou António Costa.




«O PS tem a convicção de que é preciso relançar o desenvolvimento com base numa estratégia de aposta na qualificação, na educação, na inovação, na investigação científica, na modernização das empresas, no reforço da coesão e na cultura», disse.


«Os entendimentos não são em abstrato, mas em torno de temas em concreto. Há temas em que, naturalmente, há entendimento e outros em que diria que é impossível tal a divergência face ao ponto de partida"» respondeu.








«As convergências ou as divergências fundam-se não em função dos nomes dos dirigentes, não em função da personalidade dos nossos interlocutores, mas em função daquilo que se propõe. São as políticas que devem marcar as diferenças, que são um dado normal em democracia», afirmou.