primeiro, e único, debate



“Não precisamos de nenhum choque, nem nenhum estímulo ao consumo. Temos as nossas contas externas equilibradas, pela primeira vez em dezenas de anos, e não queremos por isso em causa, é uma aventura que não queremos fazer. Não queremos regressar às experiências de Sócrates em 2009 e 2010.”






“Iremos corrigir as medidas regressivas que este governo criou, designadamente o coeficiente familiar – que faz com que uma criança de uma família rica receba mais do que uma criança de uma família pobre – iremos repor os mínimos sociais [e] todas as medidas de combate à pobreza que este governo eliminou. Não são fantasias, são compromissos escritos e contas certas.”







“Não há semana nenhuma que não faça uma promessa nova. O dr. António Costa não só está a prometer remover todas as medidas difíceis que tivemos de adotar, muito mais depressa, (…) como anda cria novas prestações sociais, mais despesas do Estado. Mais uma vez a abordagem de Sócrates do estímulo à procura”.

Já António Costa garante que todas as medidas propostas foram avaliadas em matéria de eficácia, assim como o programa eleitoral, que foi elaborado com muito cuidado para não seguir o que Passos Coelho faz: esconder “as contas nas mangas”.
 
 “Há uma grande diferença entre nós: o meu programa é um conjunto de compromissos escritos, avaliados e com contas feitas. Eu não faço cada semana uma promessa, em cada semana falo de partes diferentes do meu programa. Há uma grande diferença. O senhor não tem programa, nem mostra as contas. Tem as contas escondidas nas mangas. (…) Está a tentar não repetir [o que fez na última campanha eleitoral]. (…) O dr. Passos Coelho entende que a governação é “enganar”. 


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