"Não ignoro que o começo desta nova legislatura está marcado por algumas decisões que rompem com algumas convenções parlamentares de 40 anos de democracia. Não escondo a apreensão com que olho para as novas convenções que outros partidos querem trazer."


“Apresento hoje perante o Parlamento o programa de Governo, que tem uma identidade política própria, que emerge do sufrágio de 4 de outubro e do respeito popular que o programa recolheu. [...] Trocar de programa seria defraudar e desrespeitar todos os que nos escolheram para governar o pais.”




"Hoje sabemos que outros países colocados nos mesmos desafios falharam nos seus propósitos porque não conseguiram esse espírito resiliente, realista e de moderação." 


"O Governo está consciente que os portugueses votaram pela estabilidade, pela responsabilidade e pelo compromisso, pela continuidade de Portugal na União Europeia e no euro, na economia social e de mercado. Tal como todos os agentes políticos, também eu assumirei as minhas responsabilidades. Assumo a responsabilidade de não colaborar com uma política negativa de ruína de Portugal em que os portugueses são vistos como meros instrumentos de jogadas de poder."