O Presidente da República disse ao Público que continua a achar que os salários da administração da CGD deviam ser mais baixos. E aguarda que o Governo lhe diga como vai ser.

Marcelo Rebelo de Sousa ainda não deu por fechado o assunto dos salários da Caixa Geral de Depósitos. Numa declaração ao jornal, o Presidente é claro: "Mantenho a mesma posição que tinha", quando deixou escrito, na nota de promulgação da lei que permitiu que estes subissem, que preferia ver "contenção" nos rendimentos dos administradores do banco público ("Se há fundos públicos, não é possível nem desejável pagar o que se pagaria se fosse um banco privado sem fundos públicos", disse na altura).

O Presidente diz não ter ainda informação do Governo sobre quanto vai ganhar Paulo Macedo ou a sua equipa, aguardando neste momento que a lista se complete e que o BCE ou e o Sistema de Supervisão Única dêem anuência à sua posse.

Este sábado, uma fonte do Governo tinha confirmado ao Público que Paulo Macedo "vai ter o mesmo salário" que foi atribuído a António Domingues - o que resultará, ao contrário do que acontece com Domingues, num aumento salarial para o ainda presidente da Ocidental/Vida.

Redação / ALM