"Acho que as circunstâncias são diferentes. Um dos temas que mais tem preocupado os espanhóis nos últimos anos é a falta de transparência - e até alguns casos de corrupção que foram conhecidos - o que contamina muito a confiança e dá espaço a discursos políticos se calhar um pouco populistas, demagógicos, mas alternativos"








"Acho que os portugueses pensam pela sua própria cabeça. São um povo moderado que demonstrou a sua enorme maturidade nestes últimos quatro anos. Percebem o que estará em causa em outubro e não prevejo nenhum crescimento de forças políticas que fragmentem de forma não desejável - impedindo até - a governação em Portugal depois de Outubro". "Portugal é um país politicamente previsível, até um bocadinho enfadonho do ponto de vista político", mas isso é uma boa notícia para os investidores.



PS e Syriza: o que têm em comum?






“Há um alinhamento entre o Syriza e o PS de que se deverá combater a Europa. Nós temos uma visão completamente contrária, temos uma visão de continuar a construir o projeto europeu, e o nosso compromisso é absoluto com o projeto europeu (…) Nós não queremos combater a Europa no PSD, nós, no PSD, queremos construir uma Europa mais coesa, mais solidária, e não uma Europa de combate de uns contra os outros, não é esse o projeto europeu”