"Essa pergunta poderá ter utilidade para os historiadores, mas, verdadeiramente, não tem utilidade prática para nenhum de nós, porque o que importa é o que efetivamente aconteceu e não aquilo que poderia não ter acontecido se a crise internacional não tivesse ocorrido. Uma coisa é certa: O tempo não volta para trás e, portanto, não estamos nem voltaremos a estar nas condições de 2007, nem são repetíveis as virtudes ou a vicissitudes que ocorreram em 2007. É preciso fazer diferente", declarou.







"Quem não quiser sujeitar-se a essas limitações coloca os seus países numa trajetória aventurosa de rutura com a participação europeia", disse, agora numa alusão crítica ao Governo grego do Syriza.



"São necessárias reformas estruturantes que combatam a estagnação quase constante que tem caraterizado o país pelo menos desde 2000 até hoje. Temos alternado crescimento residual com anos de recessão", apontou.