carta aberta ao primeiro-ministro

«Creio que devemos falar claro, a grande maioria dos subscritores daquela carta têm sido adversários do Governo e do caminho que Portugal tem trilhado, são personalidades que no período que percorremos nos últimos quatro anos defenderam a realização de eleições antecipadas, criando problemas de estabilidade política, foram personalidades que defenderam que o caminho levaria a uma espiral recessiva da economia, dados que foram desmentidos, foram personalidades que anteviram a quebra da capacidade da economia gerar emprego, a realidade confirmou precisamente o contrário», declarou.


«A questão que se coloca é saber se, aos olhos do que é o interesse dos portugueses, o caminho que percorremos valeu ou não valeu a pena, e eu creio que esta disparidade entre a situação da Grécia e de Portugal aponta para que o caminho que Portugal seguiu foi o mais vantajoso para levar bem-estar e a recuperação à vida das pessoas», advogou.