"Onde está o radicalismo e extremismo? Está no Banco Central Europeu (BCE), Fundo Monetário Internacional (FMI), Comissão Europeia, no Eurogrupo, e todos e todas que acham que na Europa não pode haver alternativa. Isso sim é radical, isso sim é extremista", vincou a eurodeputada.




"Aconteça o que acontecer, este momento é o momento da prova de fogo: ou a União Europeia (UE) tem condições para continuar como projeto democrático, ou não tem", advogou.




"O governo do Syriza tem de ter condições para governar como qualquer outro governo. Em democracia os partidos vão a eleições e todos podem ganhar. Se não, não é uma democracia", declarou ainda, perante aplausos da plateia que lota o Fórum Lisboa.


Redação / AM